Home - Edward Sharpe And The Magnetic Zeros
Aventura: escrever sem nenhuma ideia. Escrever por escrever. Isso um dia me foi tão lástima, não gostava de escrever. Acho que nem gosto, ainda. Naquele tempo, porém, eu jogava os cadernos de caligrafia fora. Hoje jogo o tempo.
Não, não sou só eu que tenho essa paranóia de prever que, à beira da morte, vou relembrar o tempo que estava rascunhando, perdendo tempo, não-passeando, não-vivendo. Opa, se não vivi a vida, porém existia, eu estava morrendo. Opa dois, a morte, então, não me assusta tanto, mais. ‘Já morri antes’, poderei falar.
A verdade, José, é que você está perdendo tempo se tem medo da morte. Eu a anseio e a desejo a cada dia, por mais estranho e anômalo que pareça. A vida continua, depois. E melhor.
“Do lado de cá” a coisa tá difícil.
Você acredita em anjos? Eu acredito!
Eu estava acabado; Meu dia estava uma droga; Minha barba ‘malacafenta’; Mas elas duas conseguiram me converter o ânimo; Tive uma noite muito agradável.
Fico lendo coisas por aí e cada vez mais tenho nojo, tenho repulsa por quase todas as pessoas. Hoje em dia as palavras elaboradas viraram um verdadeiro “peso” quando uma pessoa tenta se expressar, está cada vez mais comum um: “Eu te amo pra caralho” “Puta que pariu to feliz pra porra”.
Cada dia…